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Energia & Infra

Geração, transmissão, óleo e gás, renováveis, utilities e infraestrutura.

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Energia & InfraFollow-on

ISA Energia prepara follow-on de R$ 650 milhões

A ISA Energia (ISAE4), líder em transmissão elétrica, prepara uma oferta pública de ações preferenciais de aproximadamente R$ 650 milhões, em operação primária destinada exclusivamente a investidores profissionais com patrimônio superior a R$ 10 milhões. A acionista controladora ISA Capital manifestou intenção de subscrever fatia proporcional à sua participação atual de 35,81% no capital. O BTG Pactual coordenará a oferta. Os recursos captados irão para o caixa da companhia.

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ISA Energia prepara follow-on de R$ 650 milhões
Energia & InfraReestruturação

Justiça suspende venda de fatia da Oi na V.tal ao BTG

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro suspendeu a homologação da venda da participação da Oi na V.tal ao consórcio liderado pelo BTG Pactual e pela BGC Fibra, avaliada em R$ 4,5 bilhões. A suspensão atendeu a recurso dos credores internacionais UMB Bank, SC Lowy Primary Investments e Pimco, que contestam o valor ofertado — equivalente a menos de 40% do preço mínimo de R$ 12,3 bilhões previsto no edital. A decisão, proferida pelo desembargador Augusto Alves Moreira Júnior, trava temporariamente a transação, mais um capítulo de disputa que envolve também ações judiciais nos EUA e processo de responsabilidade movido pela Oi contra os fundos credores.

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Justiça suspende venda de fatia da Oi na V.tal ao BTG
Energia & InfraAquisição

Bradesco faz nova proposta para comprar fatia da Mover na Motiva

O Bradesco BBI fez nova proposta para adquirir a participação total do grupo Mover na Motiva (antiga CCR), correspondente a 14,86% do capital. Com valor de mercado da Motiva em R$ 29,4 bilhões, a fatia vale cerca de R$ 4,4 bilhões, mas o valor efetivo da oferta não foi divulgado. A transação integra o plano de recuperação judicial da Mover, que prevê a venda das ações — mantidas pelo Bradesco em alienação fiduciária — para liquidar dívida de R$ 3,2 bilhões com o banco. O plano estipula que a Mover receberia aproximadamente R$ 500 milhões do saldo remanescente da operação.

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Bradesco faz nova proposta para comprar fatia da Mover na Motiva
Energia & InfraFundo Imobiliário

Com BlackRock e Siemens, Brasol busca R$ 1 bi em FII solar

A Brasol Invest, gestora da empresa de transição energética Brasol — que tem BlackRock e Siemens entre seus principais acionistas —, planeja captar até R$ 1 bilhão por meio de dois novos fundos de investimento imobiliário (FIIs) lastreados em usinas solares já construídas e com contratos de locação de 10 a 20 anos. A estratégia replica a dos dois portfólios anteriores, que somaram R$ 550 milhões e cerca de 12 mil cotistas. Os novos FIIs contarão com cotas sêniores e subordinadas e aplicação mínima de R$ 10 mil, voltados a investidores qualificados.

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Com BlackRock e Siemens, Brasol busca R$ 1 bi em FII solar
Energia & InfraReestruturação

IG4 pode desembolsar R$ 2 bi por créditos da Raízen

A IG4 Capital está disposta a desembolsar até R$ 2,2 bilhões para adquirir créditos da Raízen que serão convertidos em equity no âmbito do plano de recuperação extrajudicial da companhia. A gestora mira 50% mais uma ação da Raízen, o que implicaria a compra de cerca de 62% dos créditos a serem convertidos, entregando 80% da empresa aos credores. Os recursos viriam do terceiro fundo da IG4 e de coinvestidores, com possibilidade de pagamento via derivativos de swap ou cotas de fundo. A oferta é válida até março de 2027, prazo previsto para a conversão da dívida em equity.

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IG4 pode desembolsar R$ 2 bi por créditos da Raízen
Energia & InfraVenture Capital

Com Huck entre os sócios, Future Climate busca até R$ 50 milhões

A Future Climate, plataforma brasileira de negócios climáticos fundada em 2021 e que tem Luciano Huck e Carol Paiffer entre os sócios, está captando entre R$ 30 milhões e R$ 50 milhões em nova rodada de investimentos, com previsão de fechamento até o fim de 2026. Paralelamente, a empresa negocia R$ 300 milhões em project finance para restauração da Mata Atlântica, estruturado via SPEs. A companhia, que superou 100 milhões de créditos de carbono sob gestão e atingiu break-even em 2024, prevê receita de R$ 25 milhões em 2026 e meta de R$ 100 milhões em 2030. O BTG Pactual foi contratado para coordenar a oferta primária.

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Com Huck entre os sócios, Future Climate busca até R$ 50 milhões
Energia & InfraReestruturação

Sem propostas, Oi Soluções deve reduzir preço em novo leilão

O leilão da Oi Soluções, último ativo relevante da Oi em seu plano de desinvestimento para pagamento de credores, encerrou sem nenhum lance, apesar de cinco empresas habilitadas: TIM, Claro, Sercomtel, Telefônica e Vtal. O preço mínimo de R$ 1,4 bilhão foi considerado não atrativo pelos participantes, dado o histórico de perda de clientes da companhia. A Oi deve solicitar ao juiz novo leilão com desconto de 50%, reduzindo o valor mínimo para R$ 700 milhões, conforme previsto em lei para esses casos.

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Sem propostas, Oi Soluções deve reduzir preço em novo leilão
Energia & InfraInvestimento

Perfin vira o segundo maior acionista de Copasa e quer mais em saneamento

A gestora Perfin ampliou sua participação na Copasa de 15,25% para aproximadamente 20% após a privatização da companhia mineira de saneamento, tornando-se o segundo maior acionista, atrás da Equatorial, que detém 30% como acionista de referência. Apesar de não integrar o acordo de acionistas, a Perfin pretende atuar ativamente, indicando membros para o conselho e comitês. A gestora avalia o lançamento de um terceiro fundo de infraestrutura em 2026, de tamanho similar ao segundo fundo de R$ 3,7 bilhões, já 90% alocado. No fim de 2025, a Perfin também realizou aporte de R$ 2 bilhões na Cosan.

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Perfin vira o segundo maior acionista de Copasa e quer mais em saneamento
Energia & InfraReestruturação

CSN quer US$ 1 bi por ativos de infraestrutura

A CSN pretende levantar US$ 1 bilhão com a venda de ativos de infraestrutura, em processo conduzido pelos bancos Bradesco BBI e Citi. Os ativos colocados à venda incluem o terminal de granéis sólidos Tecar, no Porto de Itaguaí (RJ), a participação na operadora ferroviária MRS Logística e a Tora, empresa de integração multimodal. A iniciativa integra estratégia mais ampla de desalavancagem para reduzir dívida bruta de R$ 18 bilhões. Paralelamente, a venda da CSN Cimentos, coordenada pelo Morgan Stanley, está mais avançada, com propostas vinculantes previstas para até 7 de agosto e valor estimado entre R$ 12 bilhões e R$ 13 bilhões.

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CSN quer US$ 1 bi por ativos de infraestrutura